o livro didático 'Por uma Vida Melhor' patrocinado pelo MEC, alvo de muita polêmica, e que para uns é objeto de motivação política, para outros, desconhecimento pedagógico da equipe que organizou, e para os intelectuais alinhados com o governo trata-de apenas de trabalhar o idioma de forma diferente. Então perguntamos, foi aprendendo desta forma que estes pedagogos que organizaram o livro foram educados? Foi aprendendo a língua 'inculta' que se sobressaíram e chagaram junto ao governo para prestar serviço? Falar e escrever corretamente é direito de quem? O fato de termos um representante popular que fala de forma incorreta nos credencia para aceitarmos este tipo de livro como algo normal?
Educação de qualidade não é socializar a ignorância. Educação de qualidade não é afrontar as crianças oriundas da famílias 'incultas' a aprenderem a forma culta da língua, mas ensiná-las e inseri-las neste mundo letrado que muitos dos que aí estão aprenderam e hoje pensam em perpertuarem-se no poder.Sugiro aos que defendem esta pedagogia que incentivem seus filhos a frequentarem escolas que não se preocupam em ensinar crianças a manejarem corretamente o idioma.
Sabemos que entre falar e escrever tem diferença, porém, querer incutir na cabeça dos cidadãos isso como algo normal é induzir sutilmente para a ignorância e para que possam tê-los como 'massa de manobra'.
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